Eu com minha mente fértil, insana e veloz
Fico pensando, pausando, pousando, chorando.
Sei do que sinto e do que vivi.
Meu amor, nosso amor se esvaindo numa noite fria de dezembro
Fluindo através das ondas de um som qualquer.
Me matas, amor, lentamente.
Coleciono versos, sozinho, na madrugada.
Palavras soltas em meio a solidão.
Um copo a mais de rum e num erro só resta um
As coisas mudam.
Me preparo para o pior.
Quem disse que tem que ter nexo? Nexo que quer que tem disse? Não espere sanidades, no mínimo uma xícara de café!
domingo, 29 de dezembro de 2013
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